Povo que incomoda!!!

UMA BEM-AVENTURANÇA

Há um livro com o título: “O povo mais feliz da terra”! É um livro que fala sobre o povo evangélico, mostrando sua potencialidade e sua qualidade de vida. Agora temos um outro título não de um livro, mas de um artigo publicado pela Revista Veja (04.10.17) intitulado: “Essa gente incômoda”! Algo em comum une estes dois textos. Pois ambos mostram que esse povo, ou essa gente, veio para marcar posição, veio para fazer diferença.
Creio que a igreja cristã evangélica está vivendo um tempo singular. Um tempo em que ela tem a oportunidade de mostrar a que veio. Veio para ser luz e sal desta terra contaminada por uma minoria inexpressiva que tenta impor suas ideologias a ferro e fogo.
Considero uma bem-aventurança o fato de sermos um povo que incomoda os fariseus modernos, que vomitam asneiras com suas interpretações bizarras sobre a arte. Coitada da arte que está sendo redefinida por pessoas alienadas, por pessoas que perderam o norte, que não sabem mais o que é certo ou errado.
Considero uma bem-aventurança o fato de sermos um povo que zela pela saúde e integridade das crianças, que por sua natureza já desfrutam dos benefícios do Reino de Deus, e que estão sendo vítimas de um bando de esquerdopatas transvestidos de artistas e intelectuais.
Considero uma bem-aventurança, o fato de sermos considerados segundo o articulista do artigo da Revista Veja, como “ameaça”, “medo” ou “perigo” para a sociedade. Jesus deixou uma legião de demônios apavorada com a sua chegada.
Considero uma bem-aventurança, o fato de sermos considerados segundo a tal revista como “fora do campo progressista”. A cultura muda com o passar do tempo, mas os princípios que regem a ética, a moral, a pureza de vida, não acompanham estas mudanças.
Na verdade este é um tempo de confrontação da verdade com a mentira. Assim como o profeta Elias confrontou os profetas seguidores de baal, assim também os “Elias modernos” estão nas ruas aceitando o desafio. É uma oportunidade, um privilégio dos cristãos verdadeiros de mostrar a sua fé, a sua confiança, e a certeza de que esta tentativa de amedrontá-los não surtirá efeito.
Registro o meu protesto contra essa pseudo-modernidade. Reafirmo que a cultura pode mudar com o passar do tempo, mas os princípios de Deus são eternos. “Eu o Senhor não mudo” afirmou o profeta Malaquias.
Praza aos céus que este exército de fiéis continue incomodando esta minoria que perdeu a capacidade de distinguir liberdade de licenciosidade.
Parabéns, povo que incomoda!
Tito Oscar, bispo

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